07
abr

Liderança de equipes

Em tempos atuais, um líder não só precisa deter os conhecimentos técnicos e estratégicos, mas ser um hábil condutor, capaz de desenvolver as habilidades de quem é liderado. Ter a liderança hoje é saber que é necessário inspirar equipes, motivar, ter flexibilidade, ter a habilidade de se comunicar, gerenciar conflitos, planejar, criar estratégias e – acima de qualquer suspeita – desenvolver pessoas.

Embora não exista uma regra para se condicionar a um bom líder, existem dicas importantes para, no mínimo, se pensar:

Vestir ou não máscaras: líderes costumam viver dilemas de papel, sem saber se devem assumir a máscara do “bonzinho ou do carrasco” no momento que se devem tomar decisões e atuarem frente equipes, demandas e resultados. A dica é de não assumir nenhum desses perfis, sem incorporar um perfil, buscando ser o mais justo possível;

Não olhar para equipe como subalternos: é importante rever o olhar de uma relação de líder e subordinados. A visão deve apontar para o conjunto, quando todos estão ali para somar;

Ter congruência: um bom líder não valoriza um integrante de equipe pela afinidade pessoal, mas pela reputação e atuação mediante metas e objetivos;

Achar que uma única maneira de lidar funciona para todos: cada profissional é único e enxergar apenas como peças iguais de engrenagem costuma ser ineficiente. É importante saber equilibrar os estímulos: o excesso pode gerar medo e, quando pouco, pode gerar desânimo. Olhar para cada profissional como indivíduos únicos e saber dosar é o diferencial;

Esteja com os integrantes da sua equipe para orientá-los: muitas vezes, na rotina do trabalho, não se reserva um tempo para dialogar com os integrantes para entender suas demandas e escutá-los para seu desenvolvimento. É bastante importante dedicar esse tempo;

Saiba descentralizar: líderes muitas vezes ficam sobrecarregados por não conseguirem delegar funções. Querem executar, ao passo que o ideal seria orientar sua equipe para a execução;

Impor poder: situações determinam o estilo de liderança. Mas apelar pela autocracia 100% do tempo é um tipo de vício que, no final, desestimula a iniciativa da equipe. Pense também em influenciar, estimular, engajar e envolver.